Thedy Correa: “O artista tem que ter mais responsabilidade quando fala sobre drogas”

Pai de uma adolescente de 17 anos, o vocalista do Nenhum de Nós, Thedy Correa, mostrou preocupação com o consumo álcool e drogas na juventude. Em entrevista ao No Controle, com Ico Thomaz, o músico revelou que já participou de reuniões sobre o tema: “Eu frequentei algumas reuniões do Fórum Permanente de Combate e Prevenção ao Consumo e Venda de Bebidas Alcoólicas por Crianças e Adolescentes. E é impressionante. É um problema muito grave o consumo de álcool e também de drogas”.

Estas experiências também serviram para o artista conhecer histórias de outras pessoas que enfrentam esse problema. Thedy alerta sobre a disseminação das drogas nas escolas: “Hoje em dia tem escolas consideradas de classe A, em porto alegre, que tem alunos que são traficantes. Tem alguém que vai lá e coopta eles”.

Autor de várias músicas que abordam problemas sociais comuns em nosso país, Thedy também é crítico com a própria classe artística: “Tem muito artista que gosta de glamourizar isso, acha que é bacana falar da droga sem orientar. Aí quando uma guria sofre abuso porque estava drogada, o artista está em casa, deitado no ar condicionado e ela no meio da calçada.” As participações no Fórum são apenas uma demonstração do engajamento de Thedy, que busca utilizar sua visibilidade entre os jovens para orientá-los.

Especialista dá 100 dicas para conseguir, manter ou trocar de emprego

Em meio à crise econômica que o Brasil enfrenta, conseguir emprego é uma tarefa cada dia mais árdua. Pensando nisso, o empresário, administrador, consultor, comandante, palestrante, e ex-professor universitário, Sady Bordin, lança o livro “Vencendo a Crise – 100 Dicas para Conseguir, Manter ou Trocar de Emprego”, pela editora Best Business.

Em um momento em que o país já contabiliza mais de 12 milhões de desempregados, voltar para o mercado de trabalho é certamente uma das maiores aflições do brasileiro. Contudo, o autor pondera que é preciso que se priorize o auto-conhecimento: “A pessoa tem que ver a profissão onde ela se identifique e onde ela vai ter a sua realização profissional e não salarial”.

Segundo Bordin, este deve ser o ponto de partida para quem busca um emprego. Entre as dicas mais práticas ele destaca o cuidado com o currículo: “Você tem que ter vários currículos, um para cada vaga. Tem que ter uma redação específica para cada empresa”. Outro ponto importante que sempre gera preocupação são as entrevistas de emprego. O candidato precisa estar preparado: “Se informe sobre a empresa, como as pessoas se vestem. Você tem a obrigação de conhecer a história da empresa”.

Mas não são apenas dicas de como conseguir emprego que estão presentes no livro. A obra também apresenta, em capítulos curtos, dicas para manter ou trocar de emprego. Com formação e especialização em marketing e administração e MBA em Gestão e Estratégia Empresarial, Sady Bordin também é autor de “Marketing Pessoal – 100 Dicas para Valorizar a Sua Imagem”, “Marketing Empresarial – 100 Dicas para Valorizar a Imagem de Sua Empresa” e “Marketing Pessoal – Dez Etapas para o Sucesso”.

Entrevista com a Miss Gordinha RS 2016

Vencedora do evento de moda plus size realizado no estado, Débora Avila, veio dar detalhes da carreira, sobre o universo Plus Size e sobre a forma que vem influenciando outras mulheres a terem melhor auto-estima e a fazerem parte desta nova tendência no mercado da moda.Segue alguns Trechos da entrevista.

Pra ti concorrer a miss tem que sempre manter teu peso? Não pode emagrecer?

É necessário antes ter perfil biogenético identificado pra pensar em ganhar espaço. Nem toda miss é modelo, e nem toda modelo é miss. Existe uma alimentação regrada, e cuidados com pele e corpo, normal. O manequim deve ser entre 44 e 48.

Quando tu perde peso, isso prejudica tua carreira?

Não digo perder peso, mas, sim, reduzir medidas. Se eu diminuir o manequim alguns centimentos, devo informar meu cliente ou agenciador pra constar no documento que minhas medidas atuais não são as mesmas.

Quando tu decidiu trabalhar como modelo plus size?

Quando conquistei um título com termo referente a plus na cidade em que nasci. Isso foi um incentivo a correr atrás deste objetivo. Mas também por ver a valorização e crescimento da moda plus size.

Tu te sente feliz por inspirar mulheres do teu manequim?

Todas nós passamos por batalhas até aprendermos a nos amar. Eu tenho amigas no facebook que dizem que não se sentem bem por conta isso. Dizendo que familiares não as aceitam por serem assim. Tento mostrar que a verdadeira beleza é interior, que elas devem ser felizes como são.

O mercado plus size é rentável?

Sim, mas você tem que saber usar sua imagem. Existem, já, muitas modelos no meio. Existem meninas que trabalham diariamente. Eu, no meu caso, tenho minhas temporadas organizadas. Eu não sou agenciada, mas a maioria sim, depende de cada uma. O mercado está crescendo muito.