Especialista dá 100 dicas para conseguir, manter ou trocar de emprego

Em meio à crise econômica que o Brasil enfrenta, conseguir emprego é uma tarefa cada dia mais árdua. Pensando nisso, o empresário, administrador, consultor, comandante, palestrante, e ex-professor universitário, Sady Bordin, lança o livro “Vencendo a Crise – 100 Dicas para Conseguir, Manter ou Trocar de Emprego”, pela editora Best Business.

Em um momento em que o país já contabiliza mais de 12 milhões de desempregados, voltar para o mercado de trabalho é certamente uma das maiores aflições do brasileiro. Contudo, o autor pondera que é preciso que se priorize o auto-conhecimento: “A pessoa tem que ver a profissão onde ela se identifique e onde ela vai ter a sua realização profissional e não salarial”.

Segundo Bordin, este deve ser o ponto de partida para quem busca um emprego. Entre as dicas mais práticas ele destaca o cuidado com o currículo: “Você tem que ter vários currículos, um para cada vaga. Tem que ter uma redação específica para cada empresa”. Outro ponto importante que sempre gera preocupação são as entrevistas de emprego. O candidato precisa estar preparado: “Se informe sobre a empresa, como as pessoas se vestem. Você tem a obrigação de conhecer a história da empresa”.

Mas não são apenas dicas de como conseguir emprego que estão presentes no livro. A obra também apresenta, em capítulos curtos, dicas para manter ou trocar de emprego. Com formação e especialização em marketing e administração e MBA em Gestão e Estratégia Empresarial, Sady Bordin também é autor de “Marketing Pessoal – 100 Dicas para Valorizar a Sua Imagem”, “Marketing Empresarial – 100 Dicas para Valorizar a Imagem de Sua Empresa” e “Marketing Pessoal – Dez Etapas para o Sucesso”.

O que é uma Startup

Jorge Audy é pró-reitor de pesquisas, inovação e desenvolvimento da PUC do RS, onde atua a mais de 33 anos como professor, pesquisador e gestor. Graduado em análise e desenvolvimento de sistemas pela PUC, fez mestrado e doutorado na UFRGS em sistemas de informação. Veio ao programa Fortunati.com para prestar explicações na área da tecnologia, e nos explicar o que é uma “startup”:

– É uma empresa nascente. Uma micro-empresa. Uma ou mais pessoas tem uma ideia de negócio, resolvem tirá-la do papel e montar uma empresa. Durante décadas ou séculos as pessoas vêm fazendo coisas deste tipo, e muitas fazendo de um pequeno negócio uma rede de filiais. Nos tempos mais atuais, este mesmo pequeno negócio que se inicia e envolve a área de tecnologia: informática, engenharia ou biotecnologia, é denominada uma “startup”.

As primeiras incubadoras tecnológicas que surgiram no Brasil são da década de 80. As incubadoras são espaços que servem para nutrir startups por um período de 2 a, no máximo, 3 anos, onde recebem apoio de gestão, marketing e comunicação pra que possam crescer e depois se lançarem no mercado. Há 5 ou 6 anos atrás, as empresas que estavam dentro das incubadoras eram chamadas de “incubadas”. Hoje em dia resolveram apenas chamá-las de startup.

O TECNOPUC, que em 2002 passou a liderar, de acordo com dados do CNPq, o ranking nacional dos grupos de pesquisa nas instituições particulares, integra a INOVAPUCRS – Rede de Inovação e Empreendedorismo da PUCRS. Integram esta rede também: Núcleo Empreendedor, Ideia, Incubadora Raiar, Centro de Inovação, Labelo, AGT, ETT, AGE, NAGI. Juntas, as unidades atuam estimulando o processo de inovação e empreendedorismo da PUCRS.

Escritor Ayrton Ortiz – Cuba, Havana e Fidel

Jornalista e escritor, Ayrton Ortiz, que morou em Havana uma temporada de 2009, fala sobre o livro que escreveu sobre a ilha na época e conta o que mudou por lá. Até hoje, após a feira do livro de cada ano, viaja à ilha cubana. Das últimas vezes levando consigo leitores do seu livro, que se interessaram pelas paisagens descritas.

Revela Havana e Cuba como sendo muito musicais. Há música por todos os cantos. Um estilo musical bastante rico em swing, o que cotagia. Após o reatamento de relações diplomáticas entre Cuba e EUA, tem aumentado expressivamente o número de turistas na ilha. Com o aquecimento na economia, é possível perceber carros chineses e franceses além dos clássicos cubanos, que atualmente vêm sendo bastante utilizados como táxi turístico. Motoristas, estes, que vem tendo bons rendimentos mensais, como diz Airton Ortiz no vídeo.

Após o falecimento de Fidel e vitória de Trump nas eleições presidencias dos EUA, há quem suspeite que possa haver uma quebra no acordo firmado entre Raul Castro e Obama, mas, segundo Ortiz, não é algo que tenha preocupado os cubanos.

Com o falecimento de um dos maiores líderes políticos da metade do século XX, Airton Ortiz crê que seja exatamente aqui o fim deste século. Num contraste entre exilados da colônia em Miami comemorando, e um povo todo que o idolatrou durante sua vida e lhe prestou homenagem por todo seu legado.

O escritor ainda comenta sobre um tema bastante discutido sobre Cuba, que é o fato da não alternância no poder e falta de liberdade de expressão. Comenta que Fidel ficou 49 anos no poder, mas que Sarney, aqui no Brasil, permaneceu por 60 anos. Não concorda com o fato de não haver pluralidade partidária em Cuba, mas deixa a entender que não há no Brasil também. Faz uma crítica severa ao fato de a midia por lá ser toda estatal, mas diz que não notou assunto tabu em conversas com o povo. Nada que não pudesse ser discutido.

Finaliza dizendo aos turistas que visitem Cuba logo, alertando que o turismo vai triplicar em 2017 com relação a este último ano. Cuba projeta 9 milhões de turistas pra um espaço que é o terço do nosso país. O Brasil recebe por volta dos 3 milhões.